demonstrou coragem

Deputado Cobra Repórter (PSD) solicita Voto de Louvor a Joel de Oliveira por heroísmo no ataque ao Colégio Helena Kolody

Joel de Oliveira foi o responsável por imobilizar o atirador, evitando novas mortes e facilitando a prisão do indivíduo

Deputado Cobra Repórter (PSD) solicita Voto de Louvor a Joel de Oliveira por heroísmo no ataque ao Colégio Helena Kolody
“Vale ressaltar a presença de espírito e a ação certa e precisa de uma pessoa que se colocou em risco para que fossem salvos muitos adolescentes de um ataque planejado de um criminoso. O senhor Joel de Oliveira foi o responsável por evitar uma tragédia ainda maior”, destacou o deputado Cobra Repórter em seu requerimento.
Publicado em 21/06/2023 às 14:30

“O senhor Joel de Oliveira, ao chegar ao Colégio, identificou-se como policial e imobilizou o atirador até a chegada da Polícia Militar (PM). Lamentamos profundamente a morte de dois estudantes, mas seu ato heroico salvou a vida de muitos outros. Sua coragem é digna do nosso reconhecimento”, disse o deputado estadual Cobra Repórter (PSD), nesta quarta-feira (21), ao protocolar um requerimento, na Assembleia Legislativa do Paraná, solicitando Voto de Louvor a Joel de Oliveira, prestador de serviços de 62 anos, por seu ato de heroísmo, bravura e coragem ao render o criminoso que atirou contra alunos do Colégio Estadual Helena Kolody, na segunda-feira (19), na cidade de Cambé. 

“Vale ressaltar a presença de espírito e a ação certa e precisa de uma pessoa que se colocou em risco para que fossem salvos muitos adolescentes de um ataque planejado de um criminoso. O senhor Joel de Oliveira foi o responsável por evitar uma tragédia ainda maior”, destacou o deputado Cobra Repórter em seu requerimento.

O prestador de serviços Joel de Oliveira contou que trabalhava ao lado do Colégio quando ouviu os disparos. Segundo Joel, ao entrar na escola, viu o assassino atirando contra uma vidraça. Os dois se encontraram no corredor. Joel se apresentou como policial e relatou, ainda, que estava com um celular na mão e acha que o criminoso pensou que fosse uma arma.