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Regionalização da saúde: estão em andamento quase 800 obras em todas as regiões do Paraná

Uma das prioridades está nas novas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Nos últimos quatro anos foram entregues construções, reformas e ampliações de 300 UBS. Ainda seguem em andamento 679 obras nesse tipo de unidade, sendo 498 reformas e ampliações e 181 construções.

Regionalização da saúde: estão em andamento quase 800 obras em todas as regiões do Paraná
Regionalização da saúde: estão em andamento quase 800 obras em todas as regiões do Paraná - Guarapuava Foto: SESA-PR
Publicado em 27/06/2023 às 10:30

O Governo do Estado tem 793 obras em andamento no Paraná para reforçar a regionalização do atendimento à saúde. São 569 reformas e ampliações e 224 novas construções de unidades para atendimento à saúde, somando mais de R$ 884 milhões em investimentos. Além disso, desde 2019, o governo estadual, por meio da Secretaria da Saúde (Sesa), já concluiu e entregou 350 obras, num investimento de R$ 150,5 milhões.

Uma das prioridades está nas novas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Nos últimos quatro anos foram entregues construções, reformas e ampliações de 300 UBS. Ainda seguem em andamento 679 obras nesse tipo de unidade, sendo 498 reformas e ampliações e 181 construções.

A Sesa também possui mais de 100 obras em hospitais do Estado, entre os quais sete são novos. As novas unidades são em Guaratuba, Colombo, Rio Branco do Sul, Guarapuava, São Mateus do Sul, Salto do Lontra e Pinhais, num investimento de mais de R$ 200 milhões. Algumas têm parceria com as prefeituras municipais ou com outras entidades públicas, como o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).

“Estamos seguindo a estratégia da atual gestão do Estado, determinada pelo governador Ratinho Junior, de regionalizar a saúde do Paraná, investindo especialmente em obras. Por muitas vezes essas unidades são a porta de entrada do cidadão no Sistema Único de Saúde e, por isso, a melhoria nas estruturas impacta diretamente na qualidade do atendimento dos paranaenses”, afirma o secretário Beto Preto.

Há ainda, 55 obras para outras estruturas: construções de 12 Ambulatórios Médico de Especialidades (AMEs); 18 obras em Pronto Atendimento Municipal (PAM) – sendo 8 construções e 10 reformas e ampliações; quatro Unidades Mistas de Saúde (UMS); oito reformas de Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes); construção de duas clínicas de fisioterapia; reforma de um consórcio regional da saúde; construção de quatro bases do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), uma base de vigilância sanitária municipal e estruturas de saúde em universidades.

Em Maringá, uma das obras de maior relevância é o Hospital da Criança. O Governo do Estado, por meio da Sesa, formalizou o repasse de R$ 124,2 milhões para a construção do hospital e R$ 6,5 milhões para a compra de equipamentos. Além disso, a Sesa deverá repassar R$ 1,5 milhão ao mês, a partir da data de abertura do hospital, para manutenção do espaço. A unidade está pronta e conta com 24 mil metros quadrados, podendo atingir 200 leitos.

“Temos um acompanhamento diário para organizar esse grande volume de obras, sempre buscando o aperfeiçoamento das unidades e a consolidação do SUS no Paraná. Esse trabalho é de grande importância para a melhoria e desenvolvimento do atendimento prestado aos paranaenses”, disse o diretor de Obras da Sesa, Adilson Silva Lino.

AMES – Dentro da proposta de regionalização da saúde, o Governo investe mais de R$ 230 milhões nos Ambulatórios Médicos de Especialidade, que possibilitam atendimento multiprofissional, com consultas e exames de média complexidade, aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) no Paraná. As estruturas serão localizadas nos municípios de Almirante Tamandaré, Cornélio Procópio, Campo Mourão, Jacarezinho, Paranavaí, Irati, Cianorte, Ivaiporã, União da Vitória e São José dos Pinhais, além da unidade universitária de Ponta Grossa e a do Litoral, em Paranaguá.

Os AMEs serão gerenciados pelos Consórcios Intermunicipais de Saúde e a proposta é atender à necessidade regional nos problemas de saúde que, devido à complexidade, não podem ser inteiramente diagnosticados ou orientados na rede básica, mas que não precisam de internação hospitalar ou atendimento emergencial.

Confira o vídeo da Secretaria de Saúde sobre as obras:

Vídeo: SESA