Agro Tecnológico

Via Tecnológica do Leite é destaque na Assembleia Legislativa

Deputado Reichembach (PSD) falou da 9ª edição do maior evento da cadeia leiteira do Sudoeste do Paraná.

Via Tecnológica do Leite é destaque na Assembleia Legislativa
“É um evento completo, que ganhou visibilidade estadual devido a sua importância e força do segmento no Sudoeste. E proporciona aumento da produção, da qualidade do leite e seus derivados e lucratividade do produtor”, comentou o parlamentar. Créditos :Valdir Amaral/Alep
Publicado em 30/06/2023 às 11:00

Na terça-feira (27), o deputado estadual Reichembach (PSD) utilizou o espaço da sessão plenária da Assembleia Legislativa do Paraná para divulgar mais um grande evento ligado a cadeia produtiva do leite, a 9ª Via Tecnológica do Leite, marcada para os dias 29 e 30 de junho e 01 de julho no Centro de Eventos de Francisco Beltrão. “É um evento completo, que ganhou visibilidade estadual devido a sua importância e força do segmento no Sudoeste. E proporciona aumento da produção, da qualidade do leite e seus derivados e lucratividade do produtor”, comentou o parlamentar.

O Brasil é o terceiro maior produtor mundial de leite, com mais de 34 bilhões de litros por ano. O Paraná é o segundo maior produtor do produto do país, atrás apenas de Minas Gerais. Segundo dados Deral, apenas em 2021 a produção de leite gerou R$ 9 bilhões para o Estado. O Sudoeste do Paraná também merece destaque, sendo a maior bacia leiteira do estado em volume. A produção de leite em Francisco Beltrão, foi de 90.340.000l em 2022, com 17.700 vacas ordenhadas com média de 16l por animal.

Clube da Bezerra

Outro ponto lembrado por Reichembach foi o desfile do Clube da Bezerra, agendado para sábado, 10 horas, projeto que integra as crianças e adolescentes filhos de produtores através do cuidado dos animais, incentivando a sucessão familiar.

Gripe aviária acende alerta

Reichembach aproveitou para falar sobre a preocupação com a confirmação do segundo caso de gripe aviária no estado. O primeiro foi em Antonina e o segundo em Pontal do Paraná, ambos no litoral. Outras investigações em aves silvestres estão em curso no Paraná. “É um problema que está muito próximo e as regiões com grande produção como o Sudoeste ficam apreensivas, mas temos plena confiança na Adapar, na Seab e nos produtores de frango do Paraná que já possuem uma prática sanitária rígida e que agora certamente aumentaram os cuidados”, disse.